Desde o dia 8 de julho, a Secretaria Municipal de Saúde ocupa as dependências do antigo Fórum que foi cedido à municipalidade. No novo endereço, situado no centro da cidade, também funcionam a Secretaria de Indústria e Comércio e a Secretaria de Educação, Cultura e Desporto.
O COOPERJORNAL conversou com os três-maienses que se utilizam dos serviços da Farmácia que a Secretaria dispõe, onde são retirados medicamentos, para saber como está o atendimento no novo local.
“O atendimento melhorou para mim porque está mais perto do Centro, assim aproveito enquanto faço compras para dar uma passada aqui e pegar meus remédios. Já não preciso me deslocar até o outro endereço, que era um pouco mais longe pra mim. Preciso de medicamentos para dor de cabeça e aqui eu consigo ele gratuitamente”. Rosimeri Schneider de Mello, 32 anos, Moradora do Bairro Jardim das Acácias.
“Pego medicamentos para mim e para meu filho, e nem remédio para pressão se acha mais nos postos. Está complicada a situação. Depois que mudou prefeito as coisas ficaram piores. Se queremos uma ficha precisa agendar. O atendimento não piorou porque mudou de endereço, mas sim porque mudou a Administração. Saúde é uma coisa que o pobre tem direito e eles mesmo veem que a gente não tem condições de comprar um remédio que é caro. Vim pegar medicamentos para o meu filho que tem sinusite e de uma lista de remédios que o médico disse para buscar aqui, eles só me deram um”. Terezinha da Silva, 49 anos, moradora do Bairro Jardim das Acácias.
“Eu já ia lá no outro endereço pegar leite Nan para o meu filho e o atendimento não mudou muito, continua bom. Toda a vez que venho aqui eles me liberam de graça a lata de leite Nan pro meu filho de dois meses que não mama no peito. E o leite que consigo aqui me ajuda bastante”. Kátia Herberts, 22 anos, moradora do Bairro Oriental.
“Ficou um pouco longe da minha casa, mas vale à pena quando eles atenderem bem e quando não falta medicamento. Se isso funciona, não interessa a distância. Venho buscar remédios para a minha filha que tem problemas mentais, não caminha. Tenho que fazer tudo por ela, inclusive dar banho. E pra mim é importante poder pegar esses remédios aqui porque são muito caros e se eu fosse comprar, como é que ia viver?”. Araci da Silva Santos, 56 anos, moradora do Bairro Promorar.