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Capacitar pessoas e planejar o futuro para garantir os resultados


Flavio Magedanz foi eleito em 2010. Foto: Divulgação

 

 

 

 

Atual presidente da Funcap, Flávio Magedanz, destaca os desafios da fundação

 

            O primeiro presidente da Funcap foi o professor Seno Leonhardt, o atual é Flávio Magedanz. As coincidências entre eles não são apenas a ligação com a Setrem, mas são ainda a visão de futuro e o interesse em contribuir com o desenvolvimento local e regional.

            No ano em que a Funcap completa 18 anos, Flávio Magedanz, que foi eleito em 2010, pelo conselho das entidades mantenedoras, relata que os principais projetos iniciados na gestão dele são: o Programa de Qualidade e Produtividade de Leite 2010/2020; a reestruturação da Asmar, o Programa Parceiros da Terra; a organização da Expoterneira; e a participação no PMDES e PARS.

            Escolhido para um mandato de três anos, ele comenta que os desafios em estar a frente de uma entidade que vem gradativamente tomando importantes dimensões na construção de uma realidade diferenciada na região, são diversos. “Em primeiro lugar a entidade precisa estar motivada, ciente da função e acreditar no que faz. Evidentemente que quando a projeção de uma entidade cresce na região, da mesma forma, aumenta a responsabilidade. Estamos todos cientes da nossa missão, limitação e reais possibilidades. Mudanças estruturais acontecem de forma lenta e gradual. Felizmente mudanças podem ser vistas e notadas. No entanto, ainda há muito a fazer”.

            A Funcap possui mantenedoras, mas que não são apenas coadjuvantes no processo de trabalho da entidade. São sim entidades participativas, que, segundo Flávio, se reúne mensalmente para avaliar e planejar todos os projetos e ações.

            Vislumbrando o futuro da Funcap, o presidente comenta que ela vem atuado em duas grandes frentes: a de capacitar pessoas e a de ser o agente aglutinador dos projetos que visam o desenvolvimento da região.

            Na opinião dele, é por esses dois caminhos que o futuro do Funcap se desenha. “Não devemos fugir muito disso. A capacitação faz parte da maioria dos projetos de desenvolvimento e acontece com mais facilidade, desde que existam propostas interessantes, recursos financeiros e pessoas dispostas para tal. Já os projetos de desenvolvimento regional passam por questões mais amplas. Penso que para obter resultados devemos fazer bons planos e projetos; obter o compromisso das entidades participantes; conseguir a interação entre as instituições que lideram os processos; estar atentos às oportunidades (impulsos externos); buscar a atualização constante; agir de forma conjunta e, principalmente, motivar as pessoas fazendo com que acreditem na possibilidade de mudar o futuro”, finaliza Flávio. 

 

 

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